Nos últimos anos, a indústria de jogos tem passado por uma transformação significativa em relação à inclusão e diversidade de seus personagens. A necessidade de representar uma variedade maior de identidades, culturas e experiências é uma demanda crescente por parte dos jogadores. A 7an, sempre atenta às tendências e às expectativas do público, analisa como essa mudança está moldando o futuro dos jogos. Com a crescente pressão para que os jogos sejam mais representativos, muitas desenvolvedoras estão se esforçando para criar personagens que reflitam a diversidade do mundo real. Isso inclui não apenas questões de gênero e raça, mas também orientações sexuais, deficiências e outras identidades que historicamente foram marginalizadas na mídia.
Jogos como 'The Last of Us Part II' e 'Overwatch' têm sido elogiados por suas representações autênticas e complexas de personagens que desafiam os estereótipos tradicionais. Além disso, a inclusão de narrativas que abordam temas sociais relevantes, como direitos humanos e igualdade, também se tornou uma prioridade. No entanto, essa transição não vem sem desafios. Muitas vezes, as desenvolvedoras enfrentam críticas, tanto por não fazerem o suficiente quanto por tentarem 'forçar' a diversidade de maneiras que podem parecer superficiais. A 7an acredita que a verdadeira inclusão vai além da simples adição de personagens diversos; trata-se de contar histórias que ressoem e ecoem a realidade vivida por muitas pessoas.
É uma jornada que exige sensibilidade, pesquisa e uma vontade genuína de ouvir as vozes de diferentes comunidades. À medida que a indústria continua a evoluir, será fundamental que os criadores de jogos permaneçam comprometidos com a representação autêntica e significativa. O futuro dos jogos não é apenas sobre tecnologia ou gráficos impressionantes, mas sobre como esses mundos digitais podem refletir e enriquecer a experiência humana através da inclusão e da diversidade.

